Agenda cultural do DF reúne exposições, samba e empreendedorismo periférico na última semana de abril
A programação cultural do Distrito Federal ganha fôlego entre os dias 24 e 29 de abril, com uma agenda diversificada que combina exposições, música, formação artística e iniciativas voltadas ao empreendedorismo. Entre os destaques estão os 41 anos do Museu de Arte de Brasília (MAB), a Expo Favela Innovation Brasília 2026 e a segunda edição do A Bênção ao Sambista Mais Velho.
A celebração do MAB marca um dos momentos centrais da semana. No dia 25, o museu promove uma programação gratuita que inclui visita guiada, apresentações musicais e ações de acessibilidade, reforçando seu papel como espaço de difusão artística e inclusão. Em cartaz, exposições como Geometria da Memória, de Paula Parisot, e MAB: Você Está Aqui ajudam a construir o diálogo com o público e contextualizam a trajetória da instituição.
Outro eixo importante da agenda é a circulação de grandes mostras. O Museu Nacional da República recebe a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo, ampliando o acesso à produção contemporânea, enquanto o Espaço Oscar Niemeyer abriga a exposição Verdade Moldada, da artista Akimi Watanabe.
Na Vila Telebrasília, o samba ganha protagonismo com A Bênção ao Sambista Mais Velho, que promove, nos dias 25 e 26, um encontro entre gerações do gênero. O evento, com entrada gratuita, reúne nomes tradicionais e novos talentos, consolidando-se como espaço de valorização da memória cultural e da continuidade do samba no DF.
Já em Ceilândia, a Expo Favela Innovation Brasília 2026 leva ao público debates, oficinas e apresentações artísticas voltadas à economia criativa das periferias. Com programação distribuída entre os dias 25 e 26, o evento reúne temas como inovação, games, sustentabilidade e financiamento, além de shows e espaços interativos, ampliando a visibilidade de iniciativas empreendedoras locais.
A agenda inclui ainda atividades formativas e participativas, como o chamamento para o festival Elas no Hip Hop, workshop no Centro de Dança do DF e o Psicodrama Público “Sonhos como Resistência”, na Biblioteca Nacional de Brasília.
Com propostas que transitam entre tradição e inovação, a programação reforça a diversidade cultural do DF e aposta na ocupação dos espaços públicos como instrumento de formação, inclusão e desenvolvimento social.



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