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Carol Fleury reage após TSE barrar Arruda e convoca militância para votação em bloco

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que indeferiu o registro de candidatura de José Roberto Arruda ao Governo do Distrito Federal gerou forte reação nos bastidores políticos. Entre as vozes mais contundentes contra a medida está a de Carol Fleury. Em tom de indignação, a candidata classificou a decisão como um duro golpe não apenas contra a liderança de Arruda, mas contra a vontade popular que desejava vê-lo novamente no Palácio do Buriti.

Apesar de ter o pleno direito jurídico de recorrer aos tribunais superiores para tentar reverter o indeferimento, fontes próximas ao ex-governador confirmam que Arruda optou por não seguir com novos recursos. A decisão, vista por muitos como uma demonstração de desprendimento, coloca um ponto final na disputa majoritária do grupo, mas acende um alerta imediato para a reta final da campanha: o foco total agora é a preservação e a vitória da chapa proporcional.

União inabalável

Nos comitês e nas ruas, o sentimento que predomina entre homens e mulheres que caminham ao lado de Arruda é de coesão. O grupo demonstra absoluta confiança de que, mesmo fora da disputa ao governo, a estrutura política em torno do ex-governador permanece sólida e organizada.

“O projeto continua. Quem vota em Arruda, vota em Carol Fleury para federal”, tem sido o lema que ecoa nas reuniões do grupo. A estratégia é clara: transferir o capital eleitoral de Arruda integralmente para os seus aliados, garantindo a eleição de uma bancada de deputados distritais e federais fiel ao legado e às propostas do ex-governador.

Para os apoiadores, o isolamento político tentado pelo TSE falhou. Em vez de desmobilizar a base, a decisão da Corte, segundo seus aliados, uniu ainda mais as lideranças, que agora trabalham sob um único comando tático: fortalecer a chapa proporcional e garantir que a voz de Arruda ecoe no Congresso Nacional e na Câmara Legislativa através de seus representantes.

A mensagem de Carol Fleury é direta aos eleitores: a indignação com a Justiça não deve se transformar em abstenção, mas sim em combustível para que o grupo saia das urnas ainda mais forte.

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