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Saúde leva atendimento odontológico móvel para regiões mais vulneráveis do DF

O acesso à saúde bucal começou a ganhar reforço em regiões mais afastadas do Distrito Federal. As regiões de saúde Sudoeste, Sul, Leste, Oeste e Norte receberam, nesta quarta-feira (6), novas unidades odontológicas móveis (UOMs), estruturas adaptadas para funcionar como consultórios completos sobre rodas.

A iniciativa amplia a presença da atenção básica em comunidades rurais e áreas de maior vulnerabilidade social, onde muitas vezes o atendimento odontológico ainda encontra barreiras de acesso. Dentro dos veículos, a população contará com cadeira odontológica, aparelho de raio-X, equipamentos de alta e baixa rotação e estrutura preparada para atendimentos clínicos.

Entre os serviços oferecidos estão orientações em saúde bucal, ações preventivas, restaurações e extrações dentárias. Casos mais complexos serão encaminhados para os centros de especialidades odontológicas (CEOs) da Secretaria de Saúde do DF.

Segundo a gerente de Serviços de Odontologia da Secretaria de Saúde, Daniela Marques de Sousa, as unidades representam um avanço importante na descentralização do atendimento público. “Essas unidades vão possibilitar o atendimento às populações que mais precisam. Poderemos levar serviços odontológicos a escolas mais distantes e comunidades rurais, por exemplo”, destacou.

As unidades já estão seguradas, prontas para operação e funcionarão como extensão das unidades básicas de saúde (UBSs), fortalecendo a atuação da Atenção Primária à Saúde no DF.

A chegada dos consultórios móveis também busca enfrentar um problema histórico da saúde pública brasileira: o acesso desigual aos serviços odontológicos. Em muitas regiões periféricas e rurais, procedimentos simples acabam adiados por falta de estrutura próxima, agravando problemas que poderiam ser resolvidos de forma preventiva.

Com a medida, o Governo do Distrito Federal aposta na mobilidade como ferramenta para aproximar o atendimento da população e ampliar a cobertura da saúde pública nas áreas mais sensíveis do DF.

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