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Presidente do TCDF relembra legado humanista de Joaquim Roriz em entrevista emocionante

Uma declaração carregada de emoção e memória marcou a participação do presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal, Manoel de Andrade, em um podcast recente. Ao recordar sua trajetória de mais de cinco décadas vivendo em Brasília, ele fez um relato pessoal sobre o ex-governador Joaquim Roriz, destacando o que chamou de “legado profundamente humano” deixado pelo político.

“Se houve um governador que eu admirei nesses meus 53 anos em Brasília, foi Joaquim Roriz. Ele cuidava do povo, tinha um olhar verdadeiramente humanista e se importava com as pessoas”, afirmou Andrade durante a entrevista.

Na conversa, o presidente do TCDF destacou que, mais do que obras ou números administrativos, o que marcou a trajetória de Roriz foi sua forma de se relacionar com a população.

Segundo ele, o ex-governador ficou conhecido por governar com proximidade, empatia e forte compromisso social — características que, na avaliação de Andrade, ajudaram a moldar a identidade política e social do Distrito Federal.

“Roriz governava com empatia, proximidade e compromisso social. Essas qualidades marcaram sua trajetória e deixaram um legado que permanece vivo na história do Distrito Federal”, disse.

Marca na história do DF

Joaquim Roriz governou o Distrito Federal por quatro mandatos e ficou conhecido por políticas voltadas à expansão urbana, programas habitacionais e ações sociais voltadas principalmente às camadas mais vulneráveis da população.

Para Manoel de Andrade, o reconhecimento popular que o ex-governador mantém até hoje está diretamente ligado à forma como conduzia sua gestão.

“Ele não governava apenas com a cabeça, governava com o coração. Tinha sensibilidade para enxergar as necessidades do povo”, ressaltou.

Legado que atravessa gerações

As declarações emocionadas reforçam como a figura de Roriz segue presente no imaginário político do DF, mesmo anos após sua morte. Para Andrade, sua principal herança não está apenas nas obras ou políticas públicas, mas na maneira como construiu uma relação de confiança com a população.

“O legado dele não é apenas administrativo. É humano. É a lembrança de um governante que se importava genuinamente com as pessoas”, concluiu.

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