Restaurantes comunitários do DF reforçam combate à fome e ampliam acesso à alimentação desde 2019
O Governo do Distrito Federal (GDF) tem intensificado, desde 2019, as políticas de segurança alimentar e nutricional por meio da ampliação e fortalecimento dos restaurantes comunitários espalhados pela capital. A iniciativa tem garantido refeições acessíveis e gratuitas para populações em situação de vulnerabilidade, consolidando-se como uma das principais estratégias de combate à fome no DF.
Entre as medidas adotadas nos últimos anos estão a inauguração de novas unidades, o aumento do número de refeições servidas, a ampliação dos dias de atendimento e a redução do valor do almoço, que caiu de R$ 3 para R$ 1. A partir de 2020, o programa avançou ainda mais ao assegurar a gratuidade das refeições para pessoas em situação de rua.
Somente em 2025, mais de 1,8 milhão de refeições gratuitas foram fornecidas a esse público, garantindo dignidade e acesso básico à alimentação para quem vive em condições extremas de vulnerabilidade social.
O secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do plano distrital de segurança alimentar, Gustavo Rocha, destacou a importância da política pública para assegurar condições mínimas de sobrevivência à população mais carente. “O governador Ibaneis Rocha determinou que a alimentação para essas pessoas no restaurante comunitário é gratuita. Só no ano passado fornecemos mais de 1.800.000 refeições. É justamente para que essas pessoas tenham condições de se alimentar e possam seguir com o seu dia a dia com mais dignidade”, afirmou.
A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, reforçou que a política vai além da oferta de refeições, representando uma ferramenta fundamental no combate à fome. “Quando falamos de segurança alimentar e nutricional, estamos falando do combate direto à fome. Ninguém com fome pensa direito. A primeira coisa que precisamos fazer é garantir alimentação de qualidade para todos no Distrito Federal”, declarou.
Ela também lembrou que os restaurantes comunitários já desempenhavam esse papel social anteriormente, mas que o atual modelo ampliou o alcance do programa e manteve o preço simbólico das refeições. “Houve um período em que o valor chegou a R$ 3. Hoje, o almoço continua custando apenas R$ 1, o que demonstra o compromisso do governo com o acesso à alimentação”, ressaltou.
Com resultados expressivos e alcance crescente, os restaurantes comunitários seguem como um dos principais pilares da política social do Distrito Federal, garantindo o direito básico à alimentação e contribuindo para a redução da insegurança alimentar entre as populações mais vulneráveis.



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