Vigilância Ambiental do DF recebe tablets para reforçar combate ao mosquito da dengue
Profissionais da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival), vinculada à Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), começaram a receber novos equipamentos tecnológicos para reforçar as ações de monitoramento e prevenção de doenças. Ao todo, mais de 680 tablets serão destinados às equipes que atuam diretamente nas atividades de campo.
A primeira remessa, composta por 170 aparelhos, já está sendo distribuída aos agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) que atuam nas regiões de Ceilândia e do Núcleo Bandeirante. Os dispositivos vão auxiliar no registro e acompanhamento das atividades realizadas durante as visitas domiciliares.
Com os novos tablets, os agentes poderão registrar as informações diretamente no sistema digital durante as visitas às residências. A tecnologia também permitirá identificar com precisão possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.
Os focos são previamente mapeados por drones utilizados pela Secretaria de Saúde, que monitoram áreas com maior risco. Com o tablet em mãos, os agentes conseguem acessar os pontos identificados e realizar a verificação no local.
Segundo o diretor da Dival, Edvar Schubach, os equipamentos representam um avanço importante na modernização do trabalho de campo.
“Os tablets representam a nossa entrada no mundo digital”, resume o gestor.
Além da entrega dos equipamentos, os profissionais também estão recebendo orientações sobre o uso das novas ferramentas. Como parte da preparação para a utilização dos dispositivos, está previsto um treinamento com a Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF) sobre o sistema de informações ambientais utilizado no DF.
A capacitação tem como objetivo integrar as informações coletadas em campo com os sistemas de monitoramento ambiental e sanitário.
A iniciativa integra a estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) de ampliar a transformação digital na Atenção Primária à Saúde (APS). Atualmente, mais de 1,6 mil tablets já são utilizados por agentes comunitários de saúde, equipes do Consultório na Rua e profissionais que realizam atendimentos externos da rede pública.
De acordo com o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, a digitalização das atividades traz ganhos diretos para a população.
“Na prática, isso se traduz em mais tempo para o cuidado direto à população e maior qualidade da informação para gestão em saúde”, destaca.
Com o uso das novas tecnologias, a expectativa da Secretaria de Saúde é agilizar o trabalho das equipes, melhorar o monitoramento dos focos do mosquito e fortalecer as ações de prevenção de doenças no Distrito Federal.



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