Rodrigo Rollemberg reforça defesa da CPI do Banco Master e cobra apoio dos colegas na Câmara Federal
O deputado federal Rodrigo Rollemberg subiu à tribuna da Câmara nesta terça-feira para fazer um apelo firme e direto aos colegas: assinar o pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar as suspeitas envolvendo o Banco Master, o Banco de Brasília (BRB) e possíveis conexões com organizações criminosas.
Segundo Rollemberg, as informações que têm chegado aos gabinetes e às autoridades de controle são graves e exigem resposta imediata do Poder Legislativo. Ele ressaltou que a CPI é o instrumento mais adequado para garantir transparência, aprofundar apurações e assegurar que o interesse público prevaleça.
“Subi à tribuna para pedir apoio aos colegas deputados para assinar o meu pedido de uma CPI para investigar as relações obscuras entre o Banco Master e o BRB, e suas ligações com o crime organizado”, declarou o parlamentar. “É o nosso dever proteger o sistema financeiro e o dinheiro público. Peço apoio total dos parlamentares: ASSINEM A CPI.”
Rollemberg enfatizou que o papel do parlamento, especialmente diante do afastamento recente de dirigentes do BRB por determinação judicial, é agir com responsabilidade e independência. Para ele, somente uma investigação parlamentar ampla poderá esclarecer eventuais irregularidades, identificar responsáveis e propor medidas corretivas para blindar o sistema financeiro do Distrito Federal.
A proposta de CPI apresentada pelo deputado agora depende da adesão dos demais parlamentares para ser oficialmente instalada. Nos bastidores, o movimento ganha força à medida que crescem as preocupações sobre impactos institucionais, financeiros e reputacionais envolvendo o caso.
Com o apelo público, Rollemberg assume a linha de frente na cobrança por rigor, transparência e responsabilidade — reforçando que a Câmara não pode se omitir diante de indícios que, segundo ele, “apontam para um possível esquema que ameaça a segurança econômica e a credibilidade das instituições financeiras.”



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