Nova alça na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) libera acesso ao Sudoeste e promete melhorar o trânsito no DF
A reconfiguração do trânsito na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) começa a impactar diretamente a rotina de quem circula pelo Distrito Federal. Desde esta quinta-feira (9), motoristas que seguem no sentido Taguatinga passaram a contar com um novo acesso ao Sudoeste pela 4ª Avenida — medida que integra o conjunto de intervenções em andamento na via e busca amenizar um dos principais gargalos de mobilidade da capital.
A mudança ocorre no chamado trecho 4 das obras, onde foi implantada uma alça de ligação ao longo da faixa reversa. Apesar da novidade, o sistema de reversão — utilizado nos horários de pico para ampliar a capacidade da pista — permanece em funcionamento sem alterações relevantes, garantindo continuidade à dinâmica já conhecida pelos condutores.
A liberação parcial reforça a estratégia do Governo do Distrito Federal de entregar as melhorias por etapas, evitando impactos ainda maiores no tráfego. De acordo com a Secretaria de Obras e Infraestrutura, a execução segue dentro do cronograma, e novos trechos devem ser liberados gradualmente conforme a evolução dos trabalhos.
Para o secretário da pasta, Valter Casimiro, a medida representa mais do que uma simples alteração viária. “Cada etapa concluída é pensada para melhorar a fluidez e reduzir os transtornos enfrentados diariamente pela população. Nosso objetivo é entregar uma via mais moderna, segura e eficiente”, destacou.
Na prática, a nova opção de acesso ao Sudoeste tende a redistribuir o fluxo de veículos, especialmente nos horários de maior movimento, quando a Epig concentra grande volume de carros vindos de regiões como Taguatinga, Águas Claras e Guará. A expectativa é de que a mudança contribua para diminuir retenções e ampliar a segurança viária, principalmente em pontos críticos da via.
Especialistas em mobilidade urbana avaliam que intervenções como essa são fundamentais em corredores estratégicos, mas alertam para a necessidade de adaptação dos motoristas. A fase de transição exige atenção redobrada à sinalização e respeito às novas regras de circulação para evitar acidentes.
Enquanto as obras avançam, a recomendação das autoridades é clara: prudência ao volante. A Epig, historicamente marcada por congestionamentos e alto fluxo, passa por um processo de transformação que, embora cause ajustes temporários, promete melhorar de forma significativa a mobilidade na região a médio e longo prazo.



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