Fábio Corrêa e a Festa do Marmelo – História de fé, tradição e amor pela terra em Cidade Ocidental
No coração do Entorno do Distrito Federal, onde a terra é fértil e a fé é alicerce, a Festa do Marmelo se consolida como uma das maiores expressões culturais e religiosas de Cidade Ocidental. Em sua 24ª edição, que acontece neste ano de 2026, a celebração reafirma sua força, sua identidade e sua importância para a história do município e da região do Quilombo Mesquita.

Muito mais que um evento, a Festa do Marmelo é um verdadeiro símbolo de resistência cultural, devoção e valorização do homem do campo. Criada há mais de duas décadas para arrecadar recursos para a Capela Nossa Senhora da Abadia, no povoado Mesquita, a festividade celebra a colheita, a produção agrícola e o trabalho dos produtores rurais que transformaram o marmelo em um patrimônio de Cidade Ocidental — reconhecido, inclusive, além das fronteiras do país.
Neste ano, a programação começa oficialmente nesta sexta-feira (09), com a tradicional Santa Missa de Alvorada, às 18h, na Capela do Rosário, em Luziânia, cidade-mãe do Entorno e berço da fé que une toda a região. No sábado, a já consagrada Cavalgada do Marmelo reunirá cavaleiros e amazonas de várias cidades, em um desfile que exalta a força do campo, a tradição sertaneja e o orgulho rural. No domingo, a festa segue no Mesquita com missa, almoço comunitário e o tradicional leilão beneficente.
Uma história que se confunde com a própria Festa

Fábio Correa é um dos maiores incentivadores da cultura regional e, sobretudo, de Cidade Ocidental
Entre os grandes incentivadores da Festa do Marmelo, um nome se destaca de forma incontestável: Fábio Corrêa, ex-prefeito de Cidade Ocidental e o político do Entorno mais ligado ao campo, à zona rural e aos produtores.
Homem de fé, de raízes firmes e coração voltado para a terra, Fábio Corrêa construiu uma relação profunda, verdadeira e duradoura com a Festa do Marmelo. Ao longo de décadas, participou ativamente das missas, cavalgadas, almoços, leilões e celebrações, sempre ao lado dos produtores, das famílias do Mesquita e da comunidade rural.

Quando o assunto é apoio à cultura regional, Fábio Correa é um campeão
Sua presença é constante nas missas celebradas na Capela Nossa Senhora da Abadia, nos momentos de oração conduzidos por padres e freis, e nos encontros que fortalecem a fé do povo. Fábio nunca foi apenas uma autoridade presente — sempre foi parte da festa.
Ao longo dos anos, esteve ao lado de produtores, festeiros e organizadores, apoiando a realização do evento, vestindo a camisa da Cavalgada, incentivando a juventude rural e defendendo o marmelo como símbolo de identidade econômica e cultural de Cidade Ocidental.
Mesquita – berço da fé e da tradição

É no Quilombo Mesquita que a Festa do Marmelo encontra sua alma. Terra de história, resistência e fé, o povoado preserva valores que atravessam gerações: o respeito à terra, à família, à religião e às tradições.
A Capela Nossa Senhora da Abadia é o coração espiritual da festa. É ali que produtores, famílias, romeiros e cavaleiros se reúnem para agradecer pela colheita, pedir proteção e renovar a esperança.
Uma celebração que é patrimônio do povo

Tudo começa com uma missa na Igreja do Rosário, no centro histórico de Luziânia, cidade mãe do Entorno Sul
A Festa do Marmelo não pertence a um grupo político. Ela pertence ao povo. Pertence aos produtores, às famílias do campo, aos devotos de Nossa Senhora da Abadia, aos cavaleiros e às crianças que crescem vendo seus pais e avós participarem da cavalgada.

E pertence, também, à história de homens como Fábio Corrêa, que fizeram da política um instrumento de apoio à cultura, à fé e ao desenvolvimento rural.
A 24ª Festa do Marmelo não é apenas mais uma edição. É a celebração de uma trajetória construída com suor, devoção e amor pela terra.
Cidade Ocidental celebra o marmelo. Celebra sua gente. Celebra sua fé. Celebra sua história.

E, mais uma vez, o Mesquita abre seus caminhos para receber quem acredita que tradição não se perde — se cultiva.



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