Dia do Trabalhador – Maria Yvelônia aposta no trabalho e na educação como caminhos de transformação social
No Dia do Trabalhador, o debate sobre emprego, renda e dignidade ganha força em Goiás. Para Maria Yvelônia, o tema não é apenas simbólico — é estruturante. Nordestina, de origem humilde, ela construiu sua trajetória ancorada na convicção de que trabalho e educação são os principais instrumentos de transformação social.
Ex-secretária nacional de Assistência Social no governo de Jair Bolsonaro, Yvelônia consolidou sua atuação na formulação de políticas voltadas à população vulnerável. Sua visão combina a experiência na área social com um posicionamento político que valoriza o mérito individual, o empreendedorismo e a geração de empregos como motores de desenvolvimento.
“Não existe inclusão verdadeira sem oportunidade de trabalhar e crescer”, costuma defender.
Entre o social e o econômico
Ao longo da carreira, Yvelônia atuou em programas de inclusão produtiva, qualificação profissional e fortalecimento de famílias em situação de vulnerabilidade. A proposta, segundo ela, sempre foi clara. “Transformar políticas assistenciais em pontes para autonomia.”
Essa leitura ganha peso diante de um cenário ainda marcado por desafios. A realidade do mercado de trabalho evidencia desigualdades persistentes entre Brasília e o Entorno, além de altos índices de informalidade e dificuldades de inserção para jovens e mulheres.
Para enfrentar esse quadro, a ex-gestora defende menos burocracia, incentivo ao setor privado e ampliação de parcerias público-privadas. Ao mesmo tempo, sustenta que programas sociais precisam ter foco em emancipação — e não em dependência permanente do Estado.
Mulher, liderança e trabalho
Outro ponto central da atuação de Yvelônia é o protagonismo feminino. Em um ambiente político ainda majoritariamente masculino, ela associa sua trajetória à defesa de políticas que impactem diretamente a vida das mulheres, especialmente no acesso ao emprego e à renda.
Temas como maternidade, autonomia financeira e qualificação profissional aparecem como prioridades. A leitura é direta: sem independência econômica, não há igualdade real.
Pauta para 2026
Como pré-candidata à Câmara Federal, Yvelônia projeta levar esse debate ao centro das decisões nacionais. A aposta é na construção de políticas que conectem desenvolvimento econômico e inclusão social, com atenção especial a Goiás e à região do Entorno.
Ao homenagear os trabalhadores neste 1º de Maio, ela reforça o papel de quem, segundo suas palavras, “move o Brasil todos os dias” — e sustenta que o país só avançará com mais oportunidades, menos barreiras e políticas públicas que valorizem o esforço individual sem abandonar quem mais precisa.
Entre origem simples e atuação institucional, Maria Yvelônia constrói uma narrativa que tenta equilibrar duas agendas frequentemente tratadas como opostas: a do mercado e a do social — tendo o trabalho como ponto de encontro.



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