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CONVITE HISTÓRICO – Trump convoca Lula para “Conselho de Paz” e reconstrução de Gaza

O tabuleiro geopolítico mundial sofreu um abalo sísmico neste sábado (17). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou um convite formal ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para integrar o seleto “Conselho de Paz”, o órgão que terá a tarefa colossal de supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza e encerrar de vez a guerra entre Israel e Hamas.

A informação, antecipada pelo ICL Notícias e confirmada pela CNN Brasil, revela que a carta foi entregue diretamente via Embaixada brasileira em Washington. O gesto é visto como um reconhecimento pragmático da influência de Lula no “Sul Global”, mas coloca o Palácio do Planalto em uma encruzilhada diplomática sem precedentes.

Círculo de ferro de Trump

O Conselho não é apenas uma mesa de negociações; é uma força-tarefa de alto impacto. Presidido pelo próprio Trump, o grupo reúne a “tropa de elite” do empresariado e da estratégia norte-americana:

  • Jared Kushner: O arquiteto dos Acordos de Abraão.
  • Marc Rowan: Bilionário do setor financeiro.
  • Ajay Banga: Diretor-geral do Banco Mundial, sinalizando que o plano envolve cifras bilionárias.

“Pelo modo fácil ou pelo difícil”

A retórica de Trump não deixa margem para ambiguidades. Em suas redes sociais, o republicano foi taxativo: o Hamas deve ser completamente desmilitarizado.

“Eles podem fazer isso da maneira fácil ou da difícil. O povo de Gaza já sofreu o suficiente”, disparou Trump.

A frase ecoa como um ultimato e define o tom da intervenção que o Conselho pretende liderar: uma reconstrução econômica amarrada a uma capitulação militar definitiva.

Dilema brasileiro

Para o Brasil, o convite é uma faca de dois gumes. Se aceitar, Lula ganha a cadeira de protagonista global que sempre buscou, participando da resolução do conflito mais inflamável do século. Se recusar, corre o risco de isolar o país de uma das maiores movimentações financeiras e políticas das próximas décadas.

Ao lado do Brasil, nações como Egito, Turquia e Argentina também foram convocadas, criando uma coalizão diversa que tenta dar legitimidade internacional ao plano desenhado pela Casa Branca.

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