Licitação da segunda fase das obras do Teatro Nacional avança e entra em etapa recursal
O processo de revitalização do Teatro Nacional Cláudio Santoro (TNCS), um dos principais símbolos culturais de Brasília, avança para mais uma etapa importante. A licitação da segunda fase das obras encontra-se atualmente na etapa recursal, momento em que as empresas participantes podem apresentar recursos contra o resultado preliminar do certame.
Após receber a autorização do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) retomou o processo licitatório iniciado em junho. Concluída a fase de recursos, o próximo passo será a homologação do resultado, seguida da assinatura do contrato e da emissão da ordem de serviço, conforme o cronograma legal estabelecido.
Fechado desde 2014 por motivos de segurança, o Teatro Nacional teve suas atividades interrompidas por não atender às normas atuais de prevenção e combate a incêndio, acessibilidade e outros requisitos técnicos. Desde então, o espaço vem sendo reaberto de forma gradual, a partir da conclusão de etapas planejadas de reforma e modernização.
A primeira fase das obras contemplou a recuperação da Sala Martins Pena, incluindo o foyer, camarins e estrutura de concreto. Foram construídas novas saídas de emergência, reformados os acessos para garantir acessibilidade plena e instalado um elevador. Também houve a renovação completa das instalações elétricas, hidrossanitárias e cenotécnicas, além da substituição das poltronas, carpetes e cortinas por materiais com tecidos antichamas.
Entre as melhorias estruturais, destacam-se ainda a implantação de um novo sistema de climatização, a construção de uma sala de geradores e a instalação de um reservatório contra incêndios, dimensionado para atender todo o complexo.
Com a segunda fase prestes a começar, o Governo do Distrito Federal reforça o compromisso de devolver à população um dos espaços mais emblemáticos da capital, conciliando preservação histórica, segurança e modernização. A expectativa é que, ao fim das obras, o Teatro Nacional volte a ser um polo central da vida cultural de Brasília, pronto para receber grandes espetáculos e públicos diversos.



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